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segunda-feira, 11 de abril de 2011

COLUNA DE SEGUNDA NO JORNAL DO POVO

ESCREVI E ASSINO EMBAIXO
Reitor da UERGS foi indelicado na sua entrevista ao Jornal do Povo, acusando sem citar nomes, pessoas ou entidades que estariam noticiando fatos em relação à Universidade. Eu particularmente, noticiei em meu Twitter e em meu blog, que existia sim um movimento para discutir a possibilidade de transferir o centro regional para Santa Cruz do Sul. E isso baseado nas entrevistas dos jornais, quando os dirigentes tergiversavam quando questionados sobre o tema. Mas noticiei mais em razão de correspondência que recebi, de importante dirigente, dizendo que uma decisão a esse respeito seria tirada em reunião do CONSUN. O que mais me deixou intrigado, foi que nenhuma discussão aconteceu com a base e seriam professores de outras regiões que votariam essa proposta. Mas por que discutir, se isso já estava decidido, como afirmou posteriormente o Reitor? Ou seja, o ruído partiu da instituição. Entre mortos e feridos, no entanto, o mais importante foi à declaração pública do Magnífico, afirmando que o Centro Regional permaneceria aqui. Agradeço aqui a centena de TT, SMS e e-mails que recebi e ajudaram na mobilização.

REDES SOCIAIS
Está mais do que na hora dos dirigentes de entidades, assim como os governantes, se darem conta, que reuniões, comissões e burocratismos, não são mais receptivos no mundo moderno. Basta uma notícia no twitter e em instantes, a mobilização se inicia. Foi assim no episódio do Centro Regional e será sempre em qualquer instância e esfera da vida pública e privada.

VEM, UFSM
Recebi a informação de pessoa de dentro do governo federal, que o processo da extensão da UFSM está muito bem encaminhado, não apenas no sentido de projeto de ensino, mas especialmente no que tange a alocação de recursos. Esse o fator, que poderia ser uma pedra no nosso sapato. Parece que mais uns meses e poderemos comemorar.

JOSÉ OTÁVIO
Há por parte do deputado um desejo muito grande de colocar seu nome a disposição da comunidade em uma eleição municipal. Já havia noticiado isso aqui, há alguns meses atrás. Mas ele tem um desejo que acho difícil de concretizar: quer o apoio do deputado Marlon a esse projeto. Quem conhece o ex-prefeito, sabe que isso é quase impossível.

ALÔ, GG
É imperiosa a colocação de faixas de segurança e/ou sinaleiras na Av. Pinheiro Machado. Depois que acontecer um atropelamento ou uma morte, não adianta chorarmos o leite derramado. É trajeto de crianças para as escolas da região.

VOLTA DA CHARQUEADA
Em tudo que é obra de relevância, sempre há de se ter um pai. Nessa obra, GG foi a Brasília, “purganteou” os deputados, visitou Ministros e todos os setores que poderiam ajudar de alguma forma. Portanto, a obra é dele. Que por certo dividirá com JOG, que foi sim importante no processo, assim como o Paulo Pimenta e o Henrique Fontana. Os demais querem tirar casquinha e ofuscar quem deve brilhar, naquele momento.

UPA
Bem, depois de idas e vindas e algumas rusguinhas, a partir de agora, poderemos cobrar a sua implantação através do deputado Marlon Santos, que se tornou, junto com GG, o grande fiador da promessa. De minha parte, sigo na torcida por tão importante obra.

O SUCESSO DE DILMA...
Bem, até FHC elogia Dilma. Torna-se quase uma unanimidade. Claro que ainda é cedo. Está blindada nesse primeiro ano. Pragmática e comedida em suas falas, trouxe ao tablado político, a racionalidade. Para a oposição, resta torcer por algum tropeço. O que parece, nesse momento, não se fácil de acontecer.

...E O SUCESSO DE TARSO
O governador do RS caminha na mesma direção de Dilma. Trocou o histrionia verbal que caracterizava o governo Olívio pela idéia de consensualidade nas ações que tenta implantar. Conta com uma base sólida no parlamento e um grande apoio na sociedade civil. Por isso, surfou sobre a CPI dos pardais. E tem como grande aliado, meu dileto ex-companheiro de ME, Carlos Pestana, um hábil e silencioso articulador.

O MASSACRE NO REALENGO
Antes que se discuta desarmamento e outras coisas laterais ao tema, temos que ter claro, como escrevi na semana passada, que a pós-modernidade trouxe a não-ordem ao mundo moderno. E a desordem metal é sim um resultado desse processo. Portanto, infelizmente, outros realengos virão. E as soluções não são únicas e sim de conjunto.

Um comentário:

Anônimo disse...

Ontem a tardinha ocorreu uma cidente na esquina da Pinheiro Machado com Aristides Loureiro, onde vc fala. De grtande monta!