terça-feira, 5 de maio de 2009
NEIRON
Não sou profeta do acontecido. Sempre disse e escrevi que era uma questão de tempo a crise no PT. A vingança pelo episódio em relação a Necky iniciou-se. Vão tirar a STAS d um local que foi planejado para tal, para amontoar a secretaria em um pardieiro. Lamentável. Aqui de Vacaria, onde estou esta semana, meu telefone não para de tocar com o objetivo de manter informado, sobre a nova crise que se avizinha. Aguardemos os desdobramentos.
JET SET CACHOEIRENSE
Como previ há muito tempo atrás em uma coluna no Jornal do Povo, acerca do preconceito velado sobre Marlon Santos e todo o seu governo, o jet set cachoeirense jogou-se no colo do GG. Parece que deverá haver distribuição de senhas para posar ao lado do alcaide.
TARSO GENRO
Se alguém pensa que Tarso é bobo, está muitíssimo enganado. A começar pelo Berzoini e sua idéia de uma coligação do PMDB com o PT. Este é o plano B de Tarso. Ele não quer perder novamente a eleição para o estado e se não der no jeito, "irá para o sacrifício" em nome do projeto. Leia-se, disputar vaga no Senado. Aguardem.
ELEIÇÕES EM SP
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) tem um jeito meio devagar de falar e de gesticular, o que faz com que muitos de seus interlocutores pensem até que ele é meio bobão. Mas de bobo Suplicy não tem nada. Aliás, diz-se em Brasília que não há bobos no Congresso. Se o leitor quiser ter uma ideia de como está antenado o senador, basta conversar um pouco com ele, por exemplo, sobre as eleições de São Paulo. Você ouvirá que a situação está em aberto na política do estado, especialmente dentro do PT, e que ele próprio ainda não decidiu se será candidato a governador. Na linguagem política isso quer dizer o seguinte: Suplicy está estudando detidamente a hipótese. Tanto que tem até um levantamento de potenciais adversários dentro do partido
FARRA DAS PASSAGENS
Senado pagou 26 passagens para quatro personagens envolvidos nas denúncias que resultaram na queda de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência da Casa em 2007. Enquanto brigava para escapar da cassação e preservar o mandato, o senador cedeu a cota parlamentar para transportar dois assessores e um primo apontados como seus “laranjas” em empresas de comunicação. O quarto passageiro é um veterinário apontado pelo ex-presidente do Senado como responsável pela venda de 1.700 cabeças de gado de sua propriedade.
O principal beneficiário das passagens do atual líder do PMDB é Ildefonso Antonio Tito Uchôa Lopes, primo de Renan e sócio do prefeito de Murici (AL), Renan Calheiros Filho, em um sistema de comunicação. Tito Uchôa, como é mais conhecido, voou 13 vezes na cota parlamentar entre agosto de 2007 e novembro do ano passado, segundo registros de companhias áereas aos quais o "Congresso em Foco" teve acesso
O principal beneficiário das passagens do atual líder do PMDB é Ildefonso Antonio Tito Uchôa Lopes, primo de Renan e sócio do prefeito de Murici (AL), Renan Calheiros Filho, em um sistema de comunicação. Tito Uchôa, como é mais conhecido, voou 13 vezes na cota parlamentar entre agosto de 2007 e novembro do ano passado, segundo registros de companhias áereas aos quais o "Congresso em Foco" teve acesso
segunda-feira, 4 de maio de 2009
COLUNA PUBLICADA NO JP DE HOJE
Em tempo de crise mundial, o Dia do Trabalho foi muito mais um dia de reflexão do que de comemoração. Aqui em nossa cidade também não deve ter sido diferente. A maior categoria por aqui, a dos comerciários, continua em dificuldades de ver algumas conquistas concretizadas, em especial aqueles que trabalham nos nossos supermercados.
Sei que é uma medida antipática defender o fechamento dos mercados aos domingos. Ou até retrógrado. Mas em uma cidade que não temos disponibilidade de internet, em que um jatinho não pousa em nosso aeroporto, ou que um telefone fixo leva até 30 dias para ser instalado, não podemos conceber que a dita modernidade deve estar presente apenas em nosso comércio varejista.
Soa-me muito mais feudal do que contemporâneo obrigar alguém a trabalhar sem lhe conceder os benefícios da legislação trabalhista, como horas extras, por exemplo. Trabalhar em troca de uma folga durante a semana, mantendo aquela pessoa longe da família e dos amigos, não me convence. Só aceitaria em troca de uma vantagem financeira. Mas sabem por que ela não acontece? Porque a abertura durante o domingo é apenas um capricho capitalista, que tem por objetivo sufocar as padarias, os minimercados, os armazéns e até o barzinho do bairro.
Não serei hipócrita de sugerir um plebiscito ou uma audiência pública. Nós consumidores somos egoístas. Não estamos nem aí para aqueles que lá trabalham. Aliás, certamente pensamos que eles tenham mais é que se ferrar e que se não estão satisfeitos que troquem de emprego. Ou que eu deveria escrever sobre a necessidade de fechar tudo aos domingos. Só que existe uma diferença significativa nas outras categorias: nos domingos elas são remuneradas. Nos mercados, não. Se fossem, eu não estaria aqui escrevendo sobre o tema.
Espero que nossos vereadores tenham a coragem de enfrentar o problema. Assim como nosso prefeito. Porque, até agora, só vejo promessas. E o debate só acontece quando um louco como eu tem coragem de escrever em favor da classe comerciária e contra o interesse de quase todos os cachoeirenses
Sei que é uma medida antipática defender o fechamento dos mercados aos domingos. Ou até retrógrado. Mas em uma cidade que não temos disponibilidade de internet, em que um jatinho não pousa em nosso aeroporto, ou que um telefone fixo leva até 30 dias para ser instalado, não podemos conceber que a dita modernidade deve estar presente apenas em nosso comércio varejista.
Soa-me muito mais feudal do que contemporâneo obrigar alguém a trabalhar sem lhe conceder os benefícios da legislação trabalhista, como horas extras, por exemplo. Trabalhar em troca de uma folga durante a semana, mantendo aquela pessoa longe da família e dos amigos, não me convence. Só aceitaria em troca de uma vantagem financeira. Mas sabem por que ela não acontece? Porque a abertura durante o domingo é apenas um capricho capitalista, que tem por objetivo sufocar as padarias, os minimercados, os armazéns e até o barzinho do bairro.
Não serei hipócrita de sugerir um plebiscito ou uma audiência pública. Nós consumidores somos egoístas. Não estamos nem aí para aqueles que lá trabalham. Aliás, certamente pensamos que eles tenham mais é que se ferrar e que se não estão satisfeitos que troquem de emprego. Ou que eu deveria escrever sobre a necessidade de fechar tudo aos domingos. Só que existe uma diferença significativa nas outras categorias: nos domingos elas são remuneradas. Nos mercados, não. Se fossem, eu não estaria aqui escrevendo sobre o tema.
Espero que nossos vereadores tenham a coragem de enfrentar o problema. Assim como nosso prefeito. Porque, até agora, só vejo promessas. E o debate só acontece quando um louco como eu tem coragem de escrever em favor da classe comerciária e contra o interesse de quase todos os cachoeirenses
SANTA MARIA
Quero de uma vez por todas deixar claro, que não sou contra a vinda da UFSM. Pelo contrário. Sou um entusista da idéia do ensino público na cidade. Apenas gostaria de discutir opções e esgotar possibilidades. Paciência. A coisa descambou para o AME-O OU DEIXE-O. Prometo , solenemente, que não darei nenhum palpite, sob pena, de frustrada a idéia ser chamado de agourento. A vinda da escola técnica para o patronato, já deve ser saudada por todos nós. É uma conquista fabulosa e gestada pelo governo Marlon. Parabéns a todos!
domingo, 3 de maio de 2009
BOA NOTÍCIA
A Câmara dos Deputados aprovou esta semana o texto base da Medida Provisória (MP 457/09) que permite aos municípios parcelarem as dívidas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em até 20 anos. Segundo o texto, os municípios com menos de 50 mil habitantes terão uma carência de seis meses para o início do pagamento das dívidas. Já as regiões com população superior a 50 mil pessoas, possuirão um prazo de três meses. O pagamento mínimo será de 1,5 % da média mensal da receita corrente líquida, ficando garantido o parcelamento mínimo em 60 meses, situação em que a prestação poderá ser inferior ao 1,5 % da receita líquida. Ainda é preciso que os parlamentares analisem os destaques para votação em separado (DVS
UNIBANCO
Deu na revista exame que o Itaú, novo dono do Unibanco, decidiu acabar com a marca deste banco que, um dia, comprou um tradicional estabelecimento gaúcho, o Banco Agrícola Mercantil. Todas as agências de varejo serão Itaú e, na área financeira, a Fininvest, do Unibanco, substituirá a Taií, do Itaú.
sábado, 2 de maio de 2009
UERGS
Em tempo de busca por faculdades de tecnologia, vai mais uma sugestão e com direito a plágio: é só conversar com o reitor da UERGS. Se quiserem, tenho todos os telefones para contato.
NAMORO ESQUISITO
ZH de hoje faz ilações sobre uma possível coligação entre PT e PMDB. No RJ isso aconteceu. E não deu certo. Por aqui dificilmente acontecerá. Até porque Tarso é, efetivamente, um candidato com boa penetração eleitoral. Além disso, PT e PMDB são inimigos históricos. Salvo na cidade de Cachoeira do Sul, onde o PT está irmanado com o partido de Sarney e reza na sua cartilha, com medo de perder seus cargos.
DUCHA FRIA
O reitor lançou uma ducha de água fria na vinda da UFSM. Ao que parece não era nada como havia sido dito e constatado nas reuniões por aqui. Inclusive se tinha a idéia de vestibular para janeiro de 2010. O que mais me preocupa é que criaram duas comissões. Caiu também ,por terra, o apartidarismo do movimento. Aliás, me pareceu que com o susto, agora é do GG a liderança. Excelente, no entanto, é a notícia da vinda da escola técnica para o patronato, que tantos duvidavam e o Minssen e o Antonio Wilson solitariamente justificavam a sua existência.
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